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Dono de sítio acreditava que Lula pagaria por obras

Réu no processo junto com o ex-presidente Lula, Fernando Bittar foi interrogado pela juíza Gabriela Hardt nesta segunda-feira (12).

A juíza Gabriela Hardt interrogou nesta segunda-feira (12) três réus no processo referente ao sítio em Atibaia, atribuído pelo Ministério Público Federal ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Um dos acusados, o proprietário formal do imóvel, Fernando Bittar, disse à juíza que deu carta branca à ex-primeira dama Marisa Leticia para a realização das obras na propriedade e acreditava que o casal Lula da Silva pagava pelas melhorias. Ele também disse que as obras realizadas foram “superdimensionadas”.

“Elas foram colocadas de um jeito que parecem que são muito maiores do que são”, disse Bittar, que garantiu que o imóvel foi comprado por ele com recursos de seu pai, Jacó Bittar.

“São quartos muito simples, feitos com material de segunda. Até a água tem queda errada, não cai para o ralo. A adega não é adega, é um quarto improvisado que colocaram todos os vinhos que vieram de Brasília. A guarita não é guarita, é um quarto”, disse Bittar à juíza.

Segundo Bittar, devido à relação de amizade entre as famílias, Lula e Marisa frequentavam o sítio com frequência. A família Bittar, inclusive, deu carta branca à Marisa e Lula para a construção de um depósito para guardar o acervo presidencial de Lula.

 

Adaptado da fonte Gazeta do Povo

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