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Dossiê revela passado comunista do presidente do México

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Dossiê revela passado comunista do presidente do México

Um dossiê sobre o atual presidente mexicano López Obrador revela um passado comunista e de doutrinação marxista-leninista.

Elaborado por órgãos de inteligência do México, o dossiê contém material sobre fragmentos da vida passada do presidente Andrés Manuel López Obrador.

O documento faz parte dos arquivos de inteligência sobre figuras públicas do Departamento de Investigação Estrangeira da Direção de Segurança Federal (DFS) e do Centro de Investigação e Segurança Nacional (CISEN).

O novo presidente do México fechou o órgão por meio de decreto logo após assumir o poder. Segundo López Obrador, a compilação de informações sobre figuras públicas foi “uma fase negra na vida pública do país”.

Os arquivos que incluíam dados de inúmeras personalidades, incluindo Che Guevara, estavam sob reserva no Palácio de Lecumberri, na Cidade do México, usado como prisão até 1976 e depois como sede do Arquivo Geral da Nação.

Andrés Manuel López Obrador nos anos 80.

O que diz o dossiê sobre o passado de López Obrador?

Os investigadores destacam que o atual presidente do México ajudou a difundir o marxismo e o leninismo, apresentando uma estreita relação com o Partido Comunista.

No dossiê, um militante comunista o acusa de ser um divisor e traidor de seu grupo político e das classes marginais.

“Andrés Manuel López Obrador, de 35 anos e originário da cidade de Tepetitán, município de Macuspana, atualmente reside na Cidade do México (…) foi um defensor do PSUM-PCM (Partido Socialista Unificado – Partido Comunista do México); em 1976 ele se juntou ao PRI”, diz o dossiê que o jornal Infobae teve acesso.

Sobre as relações com Partido Comunista e o apoio ao marxismo e ao leninismo, o presidente Andrés Manuel López Obrador apenas explicou que “não era membro do Partido Comunista, mas apoiava os combatentes sociais”.

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