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Duque diz que as FARC têm armas armas e dinheiro escondidos

O presidente eleito da Colômbia, Iván Duque, diz que é preciso corrigir o que está dando errado nos acordos com a guerrilha marxista das FARC.

Dez dias depois de vencer as eleições em 17 de junho, Iván Duque iniciou uma viagem que dá a entender como será o seu governo.

Primeiro visitou os Estados Unidos, onde o novo presidente da Colômbia fortaleceu os laços com a administração de Donald Trump.

De lá, voou para Madri. Foi recebido pelo rei Felipe VI, pelo chefe do executivo, Pedro Sánchez, e apresentou a empresários um plano de reformas econômicas focadas na promoção de indústrias criativas.

O novo presidente colombiano assumirá o bastão das mãos de Juan Manuel Santos no dia 7 de agosto, uma semana depois de seu 42º aniversário.

Promete corrigir os acordos de paz com as FARC alcançados por seu antecessor “sem despedaçá-los”, pretende unir um país dividido depois de mais de meio século de conflito armado.

Em entrevista realizada pelo jornal El País na segunda-feira (9), Iván Duque deixou claro seu posicionamento sobre a guerrilha marxista das FARC:

Mas temos de corrigir as coisas que estão dando errado e que geram efeitos negativos: a expansão vertiginosa de plantações ilícitas, o fato de que há armas e dinheiro escondidos, que são uma forma de afronta às vítimas, e que se possa garantir que o partido FARC mantenha sua representação no Congresso, mas, se qualquer de seus membros for condenado por crimes contra a humanidade, deve deixar o Congresso e ser substituído por outro.

 

Com informações de El País

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