E-mails reforçam uso de propina na compra de prédio para o Instituto Lula

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Mensagens eletrônicas levadas à Justiça foram apreendidas com o empreiteiro Marcelo Odebrecht.

Novos e-mails adicionados à ação penal em que o ex-presidente Lula é acusado de receber propinas da Odebrecht confirmam que valores pagos na compra de um imóvel para o Instituto Lula foram debitados na conta corrente de propina para o PT.

Ao orientar sobre o pagamento, o empresário Marcelo Odebrecht diz a seus executivos para debitarem de uma conta “que Hilberto S. mantém”. Hilberto Silva era o responsável pelo departamento de propina da empreiteira.

“O custo … É uma conta que Hilberto S. mantém debita a 3 fontes distintos 3 x 1.057.920”, recomenda Marcelo Odebrecht, em e-mail encaminhado a Paulo Melo, um dos executivos da empresa, em 9 de setembro de 2010.

Os e-mails mostram ainda que o ex-ministro Antonio Palocci, que confessou ter administrado a conta corrente do PT na empreiteira, foi avisado da compra do imóvel por meio de seu assessor, Branislav Kontic.

No dia 9 de setembro de 2010, Marcelo reencaminhou para Kontic uma mensagem que recebeu de Melo, no qual o executivo lhe informa sobre a compra do prédio.

 

Com informações de O Globo

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