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Eduardo Bolsonaro diz que Moro vai ‘fechar torneira da corrupção’

A entrevista do deputado federal eleito, Eduardo Bolsonaro, ao jornal Estadão está repercutindo nas redações dos veículos de imprensa do Brasil nesta segunda-feira (12).

Além de falar sobre criminalização do comunismo no País, Eduardo Bolsonaro disse que seu pai não tem ciúme do futuro ministro da Justiça, Sergio Moro:

Ele não se preocupa com vaidade. Se preocupa com o que é melhor para o Brasil. E o Moro tem, além do simbolismo, ele tem total competência para pôr em prática o combate á corrupção, que é o que minha geração mais abomina.

E acrescentou:

O Moro vai fechar a torneira da corrupção. Ele falou em retomar as dez medidas de combate à corrupção. Vai haver um esforço grande no próximo ano para aprovar isso.

Segundo informações de O Antagonista, Eduardo também disse que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro vai fechar também a torneira do MST:

O Moro definiu bem. Primeiro o que são movimentos sociais e, depois, definiu o que são essas ações criminosas. O que ocorre hoje é que grupos como o MST por vezes utilizam o seu poder criminoso para invadir terras, incendiar tratores para obrigar o fazendeiro a vender suas terras a um preço abaixo do mercado.

E completou:

Eles impõem o terror para ganhar um benefício por outro lado. É isso que a gente visa combater. Isso aí é terrorismo. É a intenção de levar o terror para amedrontar as pessoas. Se fosse necessário prender 100 mil pessoas, qual o problema nisso? Eu vejo problema em deixar cem mil pessoas com esse tipo de índole, achando que invasão de terras é algo normal, livres para cometer seus delitos. Esse é meu principal receio. Eu quero dificultar a vida dessas pessoas.

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