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Egito acusa ONU de querer ‘politizar’ a morte de Morsi

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“Qualquer morte súbita na prisão deve ser acompanhada por uma investigação rápida, imparcial, minuciosa e transparente”, disse um porta-voz da ONU sobre o falecimento de Morsi.

O governo do Egito acusou, nesta quarta-feira (19), a Organização das Nações Unidas (ONU) de querer “politizar” a morte do ex-presidente Mohamed Morsi.

O posicionamento do governo egípcio é uma reação ao pedido do Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos por uma investigação “minuciosa e independente” sobre o falecimento na segunda-feira (17) do ex-integrante da Irmandade Muçulmana.

Segundo a agência AFP, Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos, declarou:

“Qualquer morte súbita na prisão deve ser acompanhada por uma investigação rápida, imparcial, minuciosa e transparente, realizada por um órgão independente para revelar a causa da morte.”

O porta-voz do ministério das Relações Exteriores do Egito, Ahmed Hafez, criticou o pedido de investigação da ONU e afirmou que esta é uma “tentativa deliberada de politizar um caso de morte natural”.

Mohamed Morsi ficou preso durante quase seis anos e permaneceu em isolamento. Na segunda-feira, quando estava no tribunal, desmaiou e faleceu pouco depois.

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