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Egito condena 75 pessoas à pena de morte por protestos em 2013

Um tribunal do Egito condenou 75 pessoas neste sábado (8) à pena de morte, incluindo importantes líderes islâmicos.

Além dos que receberam a pena capital, outras 600 pessoas foram presas por participação em protestos no ano de 2013.

Os indivíduos foram julgados por crimes que incluem assassinatos e incitação à violência durante as ações a favor da Irmandade Muçulmana no Cairo.

O governo do Egito alega que manifestantes estavam armados e oito membros das forças de segurança foram mortos. Inicialmente, disse que mais de 40 policiais haviam morrido.

Na audiência deste sábado no vasto complexo prisional de Tora, ao sul do Cairo, o tribunal criminal condenou à morte por enforcamento vários proeminentes islamistas, incluindo os líderes da Irmandade Muçulmana Essam al-Erian e Mohamed Beltagi e o pastor Safwat Higaz.

O líder espiritual da Irmandade Muçulmana, Mohamed Badie, e dezenas de outras pessoas receberam sentenças de prisão perpétua, disseram fontes judiciais. Outros receberam sentenças de prisão que variam de 5 a 15 anos.

 

Adaptado da fonte Estadão

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