Eike Batista é símbolo da decadência do Rio, diz jornal francês

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O site do jornal francês Le Monde repercute nesta quarta-feira (4) a condenação do ex-megaempresário brasileiro Eike Batista a 30 anos de prisão.

A correspondente do Le Monde em São Paulo, Claire Gatinois, diz que dos tempos de esplendor – quando Eike Batista adorava posar diante dos fotógrafos em sua mansão no Rio de Janeiro ao lado de sua Lamborghini – o ex-milionário passou à ruína.

Ele é “o símbolo da grandiosidade e da decadência do Rio”, afirma o jornal.

Com um patrimônio estimado em US$ 30 bilhões em 2012, Eike pretendia passar Steve Jobs na classificação das maiores fortunas do mundo.

Mas, na terça-feira (3), foi um homem arruinado que ouviu a sentença pronunciada pelo juiz Marcelo Bretas: uma pena de 30 anos de prisão e uma multa de R$ 53 milhões, por corrupção e lavagem de dinheiro, publica Le Monde.

O diário explica aos leitores que Eike Batista é condenado de ter repassado, em 2010, US$ 16,5 milhões em propinas a Sergio Cabral que, por sinal, é condenado em seis processos e acumula neste momento uma pena de 123 anos e 4 meses de prisão.

Com informações de RFI

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