ELN acusa presidente da Colômbia de acabar com o processo de paz

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A guerrilha marxista Exército de Libertação Nacional (ELN) acusou o presidente da Colômbia, Iván Duque, de acabar com o processo de paz, ao não reconhecer acordo e apresentar “condições inaceitáveis” para retornar o diálogo.

O site da guerrilha ELN afirma:

Ao não reconhecer os acordos alcançados com o Estado e colocar, unilateralmente, condições inaceitáveis, este governo está encerrando esta mesa, acabando com o processo de diálogos e os esforços feitos há vários anos pelo ELN, a sociedade, o governo anterior e a comunidade internacional.

O presidente Iván Duque, que assumiu o poder no mês passado, afirmou no sábado (8) que o plano de paz que era negociado em Cuba seria retomado pelo novo governo apenas se a guerrilha libertasse antes “todos os reféns”.

O governante vinculou o destino das negociações iniciadas com o ELN por seu antecessor, o Nobel da Paz Juan Manuel Santos, não somente à libertação dos seis sequestrados de um grupo de nove que a guerrilha havia proposto, e sim à liberdade para todas as pessoas em poder do grupo.

Em seu comunicado, o ELN afirma que conceder aos militares a gestão das libertações e negar um acordo para os protocolos de entrega colocariam em risco a vida dos reféns.

 

Adaptado da fonte AFP
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