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Em 2003, pilotos da Varig relatam avistamentos de OVNI

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“Ele está aqui, está parado agora, ele está acompanhando a gente”, diz piloto brasileiro ao avistar OVNI.

Desde 1952, a Força Aérea Brasileira (FAB) arquiva registros confidenciais sobre avistamentos de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) nos céus do Brasil

Estes documentos oficiais da FAB deixam claro que OVNIs marcam uma presença constante na história da aviação brasileira. 

Você já viu mais sobre este assunto AQUI, mas, nesta reportagem vamos falar sobre um caso específico envolvendo dois pilotos da antiga Varig

Foto: Boeing / Varig 

No dia 21 de agosto de 2003, às 22h30, um piloto do voo Varig Log 9063 consultou o Centro de Controle de Área de Curitiba, no Paraná, acerca de um OVNI, que voava à direita do avião, um pouco mais alto que a aeronave.  

Nitidamente desconfortável com a situação, o piloto alertou: 

“Ele está aqui, está parado agora, ele está acompanhando a gente, está parado aparentemente. Na subida ele estava vermelho, todo vermelho, aí ele foi mudando, branco, vermelho, branco, vermelho, agora ele está todo branco, entendeu?” 

Alguém na base — não fica claro se é o centro de controle em Curitiba — responde de forma bem-humorada: “É Colorado!” (referência ao clube de futebol Internacional, que usa uniforme branco e vermelho).  

O piloto do voo Varig Log 9063 continua: 

“Aparentemente a gente não sabe o que é okav? Acredito que não seja uma estrela, até porque ele mudou de cor. Tá vermelho, piscou branco vermelho, agora tá todo branco, a trajetória tá paralela a nossa, a gente não sabe dizer o que é okay?” 

Enquanto isso, o centro de controle deixa claro que nenhuma outra aeronave está aparecendo no radar ao lado do voo da Varig: 

“A gente tá varrendo, fazendo varredura aqui e não recebe nenhum alvo primário de qualquer objeto próximo a sua aeronave.” 

Foto: Divulgação/Arquivo Nacional 

O relato do piloto viria a ser confirmado por outro piloto, do voo Varig 8630, que às 23h14 do mesmo dia também informou o avistamento: 

“É, o que eu avisto aqui pa… parece uma estrela.”  

Assim como aconteceu no primeiro caso relatado: no radar do centro de controle, não havia nada. 

Foto: Divulgação/Arquivo Nacional 
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