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Em decisão histórica, Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel e ordena transferência de embaixa

Presidente dos EUA, Donald Trump, não deu ouvidos aos pedidos da comunidade internacional e ignorou as ameaças das facções palestinas.

O mundo não será mais o mesmo a partir de hoje. Depois de vários dias de ansiedade e repercussão mundial, Trump cumpre mais uma promessa de campanha e reconhece a cidade de Jerusalém como a capital de Israel.

Acostumada com líderes mundiais com posicionamento pró-Palestina e anti-Israel, a grande mídia não está nada satisfeita com a decisão de Trump e, com certeza, irá jogar a culpa de qualquer violência futura na região nas costas dele.

O presidente dos Estados Unidos sabe disso e, mesmo assim, se mostrou disposto a receber uma enxurrada de ataques da imprensa e tomou a decisão que colocou seu nome, mais uma vez, na história da política norte-americana e, agora, mundial.

No fim do anúncio, Trump informou que seu vice-presidente, Mike Pence, viajará ao Oriente Médio para reafirmar o compromisso dos EUA com a paz na região.

Presidente dos EUA, Donald Trump, e o VP, Mike Pence

Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, agradeceu a Trump pela decisão “justa e corajosa” de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e compromete-se em manter o “status quo” da cidade; uma tentativa de acalmar os ânimos de uma região com amplo histórico de conflitos.

Agora fica a incógnita sobre como as facções islâmicas irão reagir. Vários grupos radicais da Palestina prometeram “3 dias de fúria” caso Trump seguisse em frente com a mudança de embaixada para Jerusalém.

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