Em decisão histórica, Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel e ordena transferência de embaixa

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
Compartilhar no email

Presidente dos EUA, Donald Trump, não deu ouvidos aos pedidos da comunidade internacional e ignorou as ameaças das facções palestinas.

O mundo não será mais o mesmo a partir de hoje. Depois de vários dias de ansiedade e repercussão mundial, Trump cumpre mais uma promessa de campanha e reconhece a cidade de Jerusalém como a capital de Israel.

Acostumada com líderes mundiais com posicionamento pró-Palestina e anti-Israel, a grande mídia não está nada satisfeita com a decisão de Trump e, com certeza, irá jogar a culpa de qualquer violência futura na região nas costas dele.

O presidente dos Estados Unidos sabe disso e, mesmo assim, se mostrou disposto a receber uma enxurrada de ataques da imprensa e tomou a decisão que colocou seu nome, mais uma vez, na história da política norte-americana e, agora, mundial.

No fim do anúncio, Trump informou que seu vice-presidente, Mike Pence, viajará ao Oriente Médio para reafirmar o compromisso dos EUA com a paz na região.

Presidente dos EUA, Donald Trump, e o VP, Mike Pence

Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, agradeceu a Trump pela decisão “justa e corajosa” de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e compromete-se em manter o “status quo” da cidade; uma tentativa de acalmar os ânimos de uma região com amplo histórico de conflitos.

Agora fica a incógnita sobre como as facções islâmicas irão reagir. Vários grupos radicais da Palestina prometeram “3 dias de fúria” caso Trump seguisse em frente com a mudança de embaixada para Jerusalém.

TÓPICOS

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
Compartilhar no email

Newsletter

Receba as principais notícias do dia, assine nossa newsletter gratuita.