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Em plano de governo, Ciro critica o porte de armas para a população

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O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, criticou o porte de armas para a população no programa de governo entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“A solução não é despejar nas ruas ainda mais armas. Quanto mais armas, mais violência e mais mortes”, alega o programa de Ciro.

O candidato do PDT diz que “para mudar esse quadro, proteger a população e conter a criminalidade, é necessário aumentar a presença do Governo Federal na Segurança”.

E acrescentou:

As medidas que iremos implementar têm por objetivo desenhar um novo modelo, em que a União participe mais da prevenção e repressão à criminalidade violenta. E isso significa melhorar as formas de financiamento das políticas de segurança, coordenar os esforços dos estados para conter o crime, direcionar as polícias federais para o combate às organizações criminosas violentas, controlar o tráfico de armas e drogas, criar uma Polícia de Fronteiras, organizar os esforços na repressão e prevenção ao homicídio, e implementar um sistema nacional de inteligência em segurança pública.

O posicionamento de Ciro Gomes sobre o porte de armas não é recente.

Em entrevista a um programa de rádio no início do ano, o aspirante ao Palácio do Planalto explicou o porquê é contra a liberação do porte de armas para o cidadão comum.

Em uma das falas, o pedetista afirmou que candidato que defende a liberação “está levando dinheiro da indústria bélica”.

“Cabra que defende que a grande prioridade do Brasil é entregar um fuzil para o trabalhador rural enfrentar o MST, que maluquice é essa”, esbravejou Ciro, em clara referência a Jair Bolsonaro (PSL).

Adaptado da fonte O Antagonista
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