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Enquanto censura Trump, Twitter permite ódio contra Israel

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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“O regime sionista é um câncer mortal e um prejuízo para esta região”, disse líder iraniano no Twitter.

A rede social Twitter não fornece nenhuma explicação razoável sobre o que que define como “glorificação da violência”, mas utilizou esse argumento para censurar, nesta sexta-feira (29), tuítes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Casa Branca.

Apesar de não ter excluído as publicações, a plataforma impôs restrições na visualização do conteúdo.

Enquanto isso, o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, tem a liberdade de ameaçar Israel sem maiores preocupações.

Em tuíte publicado no dia 22 de maio, por exemplo, Khamenei escreveu:

“O regime sionista é um câncer mortal e um prejuízo para esta região. Sem dúvida, será extirpado e destruído.”

A incoerência no comportamento dos checadores de fatos do Twitter foi apontada em publicação da própria Casa Branca.

“Twitter determinou que permitirá que terroristas, ditadores e propagandistas estrangeiros abusem de sua plataforma”, escreveu a Casa Branca.

O perfil oficial do governo norte-americano também compartilhou um tuíte contendo uma série de ataques do líder do Irã contra Israel.

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