Equipe de escalada do Brasil de olho nas Olimpíadas de Paris

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Ausente em Tóquio, escalada brasileira mira nas Olimpíadas de Paris.

A escalada fez sua estreia olímpica nos Jogos de Tóquio 2020, mas sem uma delegação para representar o Brasil.

O evento inaugural se deu com 20 vagas para competidores de todo o mundo, com destaque para países com tradição no alpinismo, como Áustria, Eslováquia, França e Japão.

Em Tóquio, as competições se desenvolveram em três modalidades específicas: velocidade, boulder e guia.

Enquanto isso, no Brasil, a escalada está se organizando em torno da ABEE (Associação Brasileira de Escalada Esportiva), criada em 2014, e da Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada, que existe há 17 anos. 

As associações estão em busca de reforçar o diálogo entre atletas brasileiros e entidades públicas e privadas — o objetivo é uma classificação para os Jogos de 2024, em Paris.

Em conversa com o jornal Folha, o atleta Felipe Ho, um dos favoritos na composição de uma seleção olímpica do Brasil, afirmou que o problema “não é apenas incentivo financeiro”:

“Isso ajuda muito. Mas o que realmente constrói um escalador olímpico é a cultura do país em si. Aqui, em um campeonato nacional juvenil, temos doze crianças competindo. Lá fora, em uma disputa como essa, tem mais de duzentas crianças.”

Ho acrescentou:

“É óbvio que você vai ter menos ginásios, menos marcas envolvidas, menos patrocínios. Uma coisa que resolveria pontualmente nossa situação é ter um centro de treinamento olímpico, como esse que está para ser criado em Curitiba. A gente ainda é refém de ginásios que são comerciais.”

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