Erdogan destrói mais de 300 mil livros na Turquia

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Entre os 301.878 livros destruídos pelo regime da Turquia havia obras de ficção, de história e livros didáticos.

Nos últimos três anos, o regime islâmico de Recep Tayyip Erdogan destruiu mais de 300 mil livros de escolas e bibliotecas da Turquia.

O ministério da Educação do país afirma que a ação visa acabar com qualquer menção ao clérigo Fethullah Gülen, acusado de instigar uma tentativa de golpe militar contra o presidente turco em 2016.

Gülen, que hoje vive nos Estados Unidos, sempre negou a acusação. Desde então, Erdogan utiliza o suposto golpe para perseguir opositores por todo território turco.

Um grupo de jornalistas independentes que mantém um site chamado “Turkey Purge” relatou que um dos livros de matemática que foi queimado continha um enunciado onde se lia “do ponto F ao G”, iniciais do clérigo, informa o jornal Gazeta do Povo.

Outro, segundo relatos da imprensa local independente, foi destruído, editado e reimpresso porque continha a palavra “Pennsylvania”, onde Gülen vive atualmente.

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