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Escolas dos EUA vigiam redes sociais de alunos para evitar massacres

Escolas dos EUA vigiam redes sociais de alunos para evitar massacres
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O medo de novos massacres estimulou a adoção de um sistema de vigilância dos alunos em escolas nos Estados Unidos.


O monitoramento das redes sociais de adolescentes é uma das medidas tomadas por instituições de ensino nos Estados Unidos para prevenir e identificar comportamentos agressivos.

Em algumas regiões do país, o método já cresceu a ponto de incluir a tecnologia de reconhecimento facial dos suspeitos, o monitoramento das postagens de quem está apenas no entorno das escolas, inclusive os adultos, e a identificação do uso de palavras que podem ser associadas a massacres, informa a Veja.

Empresas norte-americanas estão vendendo uma “análise psicológica” das postagens de alunos e aplicativos de “inteligência emocional” para avisar os pais sobre as buscas feitas na internet com palavras-chave como “morte”, “matar” ou “armas”.

A intensa vigilância nas redes sociais já é um assunto controverso, mas o debate sobre o direito à privacidade se expandiu na última semana com o anúncio do distrito escolar de Lockport, no Estado de Nova York.

O distrito anunciou a instalação de um projeto de reconhecimento facial dos alunos. A ideia é cruzar os rostos de quem transita pela escola com uma base de dados com informações sobre alunos expulsos e com passagens pela polícia.

Autoridades locais pediram imediatamente que o projeto seja adiado. Os métodos de vigilância têm sido alvo de críticas de especialistas que consideram que os sistemas minam a privacidade dos jovens, a liberdade de expressão e podem criar traumas por possíveis falsas acusações.

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