Esquerda britânica também não gostou de Ernesto Araújo no Itamaraty

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Esquerda britânica também não gostou de Ernesto Araújo no Itamaraty
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O jornal britânico “The Guardian” publicou reportagem nesta quinta-feira (15) criticando as ideias do diplomata Ernesto Araújo, indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para chefiar o Itamaraty.

O periódico – conhecido por seu viés globalista – criticou declarações de Ernesto Araújo sobre aquecimento global e outros temas.

A matéria do jornalThe Guardian” diz que a indicação do diplomata de carreira como chanceler do futuro governo Jair Bolsonaro deve provocar “calafrios no movimento climático global”.

Depois de dizer que Araújo acredita que o aquecimento global é uma “trama do marxismo cultural”, conforme noticiou o BR18, o jornal observa:

Ernesto Araújo –até recentemente um funcionário de nível médio que escreve sobre a ‘criminalização’ da carne vermelha, petróleo e sexo heterossexual– se tornará o principal diplomata do maior país da América do Sul, representando 200 milhões de pessoas e a maior e mais biodiversa floresta da Terra, a Amazônia.

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