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Esquerda dos EUA tenta manter viva narrativa Trump-Rússia

Esquerda dos EUA tenta manter viva narrativa Trump-Rússia

Partido Democrata exige que o novo procurador-geral se mantenha longe das investigações, seguindo o exemplo do antecessor. Matthew Whitaker, no entanto, defende que o procurador especial Robert Mueller deve ter limites.

O afastamento do procurador-geral Jeff Sessions assusta as lideranças do Partido Democrata porque pode ser o início do fim da maior caça às bruxas da história política dos Estados Unidos.

Durante um prazo máximo de sete meses, toda a investigação sobre a fantasiosa narrativa de que Rússia interferiu nas eleições de 2016 vai ficar sob a responsabilidade de Matthew Whitaker, até agora chefe de gabinete de Jeff Sessions.

Em Agosto de 2017, num artigo de opinião publicado no site da CNN, Matthew Whitaker disse que “a investigação de Mueller foi longe de mais” porque estava fugindo do escopo inicial e se aproximando das finanças de Trump e da sua família.

Ninguém sabe se Whitaker vai afastar Robert Mueller, procurador especial responsável por liderar a investigação.

O que se sabe é que, com a troca de Sessions por Whitaker, as decisões passaram para as mãos de um homem que sugeriu, em público, um outro caminho para travar esta caça às bruxas contra o presidente democraticamente eleito dos Estados Unidos.

Para tentar impedir esse cenário, a líder do Partido Democrata na Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, já disse que o novo responsável do Departamento de Justiça deve afastar-se das investigações, à imagem do que fez o seu antecessor.

Uma exigência feita também pelo líder da minoria do Partido Democrata no Senado, Chuck Schumer, que apontou para os comentários de Whitaker “em defesa do esvaziamento de fundos e da imposição de limites à investigação de Mueller”.

 

Adaptado da fonte Público

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