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‘Esquerda é inimiga da liberdade’, diz premiê da Hungria

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"Os rolos compressores liberais voltam a trabalhar contra a Hungria", escreve Orbán.

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Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, rebateu, nesta quinta-feira (17), as críticas à lei que proíbe a promoção da homossexualidade ou da mudança de sexo na escola ou na imprensa.

A legislação foi aprovada no último dia 14 pelos deputados do partido governista Fidesz e do opositor Jobbik.

Orbán publicou um texto em seu site com o título “Os rolos compressores liberais voltam a trabalhar contra a Hungria“.

O premiê húngaro disse que as reações ao projeto são “uma nova prova de que a esquerda é inimiga da liberdade“, uma vez que tudo o que ela deseja é “a hegemonia de seus próprios princípios“.

Tanto os partidos esquerdista da Hungria, assim como várias ONGs e siglas europeias, pediram a abolição imediata da nova lei, por considerá-la “homofóbica”.

Em seu texto, no entanto, Orbán assegura que o objetivo das medidas é a defesa dos menores, cuja educação sexual, segundo ele, deve ser assunto exclusivo dos pais.

Os pais esperam, com razão, que as plataformas que seus filhos usam livremente não tenham acesso a pornografia, sexualidade arbitrária, homossexualidade ou mudança de sexo“, acrescentou Orbán.

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