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Establishment da Alemanha quer monitorar partido direitista AfD

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Social-democratas e alguns conservadores ligados a Angela Merkel defendem que o partido direitista AfD deve ser monitorado pelas autoridades por incitar violência e xenofobia.

O partido Alternativa para a Alemanha (AfD) vem ganhando forças no cenário político alemão desde as últimas eleições.

A legenda é um dos organizadores principais dos protestos contra a política migratória do governo de Angela Merkel, na cidade de Chemnitz, no leste do país.

As recentes manifestações foram motivadas pelo assassinato de um cidadão alemão de 35 anos por dois imigrantes ilegais.

No último sábado (1), cerca de 6 mil apoiadores da AfD e do Pegida (sigla em alemão para “Patriotas europeus contra a islamização do Ocidente”) saíram às ruas de Chemnitz.

Políticos social-democratas e alguns conservadores expressaram apoio ao monitoramento do partido, ainda que o Ministério do Interior afirme não haver uma base legal para que essa medida seja colocada em prática.

O líder da CDU no Bundestag, Volker Kauder, exigiu uma confrontação política mais rígida para com a AfD, que, segundo afirma, “fornece assistência ao radicalismo de direita”. Ele defende que o partido deve ser vigiado de perto pelas autoridades.

O líder da AfD, Alexander Gauland, rebateu as declarações de Kauder, dizendo que são “estúpidas e completamente absurdas”. Ele reiterou que seu grupo parlamentar não apoia extremistas de direita.

“É uma tentativa de Kauder de nos silenciar e nos excluir do debate democrático, porque nos tornamos cada vez mais populares entre os cidadãos”, afirmou ao jornal Die Welt.

 

Adaptado da fonte DW

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