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Estadão critica influência das redes sociais na política global

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Estadão critica influência das redes sociais na política global
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O jornal Estadão ainda está se adaptando ao surgimento das redes sociais e a influência das mesmas no cenário político global.

Em editorial publicado na manhã desta segunda-feira (23), o jornal O Estado de S. Paulo, popularmente conhecido como Estadão, afirma que o presidente da República, Jair Bolsonaro, “extrai sua força das bolhas ideológicas alimentadas pelas redes sociais”.

Intitulado “A importância do senso comum“, o texto faz uma correlação entre o “bolsonarismo” e o “lulopetismo”, e afirma que as pessoas atuando nas redes sociais a favor da gestão Bolsonaro “encerram-se em suas certezas, formando comunidades de milhares de pessoas em que a base da coexistência é a crença fanática naquilo que dizem seus líderes, não sendo admitida qualquer forma de contestação”.

O jornal acrescenta que “nessas redes, sem as quais o bolsonarismo não teria sucesso, só circulam informações cuja função é confirmar a visão de mundo predominante do grupo”.

“Ao mesmo tempo, muitos dos movimentos que se opõem a Bolsonaro estão igualmente limitados a seus cercadinhos virtuais, que também restringem informações que possam enfraquecer seus argumentos”, completa o Estadão.

Logo em seguida, em mais um claro exemplo de insatisfação com a influência das redes sociais no cenário político global, o jornal critica os “líderes com vocação autoritária” que ousam questionar os grande conglomerados midiáticos mundo afora:

“Não é por acaso que líderes com vocação autoritária contestam as informações oficiais quando estas contrariam sua ‘verdade’ e mobilizam as redes sociais para denunciar o que chamam de ‘fake news’.”

O Estadão finaliza seu editorial desejando que a sociedade “recupere o quanto antes o senso comum do que é a realidade”. Segundo o jornal, o mundo real é percebido “a partir de informações cuja validade é aceita pela maioria das pessoas racionais”:

“A tarefa dos líderes é aceitar a legitimidade dessas visões distintas e trabalhar para encontrar algum entendimento. Tal tarefa exige da sociedade que recupere o quanto antes o senso comum do que é a realidade, percebida a partir de informações cuja validade é aceita pela maioria das pessoas racionais. Sem isso, nenhuma governança é possível.”

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