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Estadão diz que pauta dos protestos é ‘inimiga das liberdades’

Estadão diz que pauta dos protestos é 'inimiga das liberdades'
Imagem: Reuters / Marcelino

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O editorial do Estadão repercute a mesma narrativa utilizada pelo MBL para criticar os protestos convocados para o dia 26 de maio.

“Uma pauta inimiga das liberdades” é o título do editorial publicado na madrugada desta quarta-feira (22) pelo jornal O Estado de S.Paulo.

O Estadão achou necessário se posicionar sobre os protestos pró-reformas convocados para o próximo domingo (26). Segundo o jornal, as pautas da manifestação se “colocam frontalmente contra a Constituição e as instituições de Estado”.

O texto repercute a mesma narrativa utilizada pelo Movimento Brasil Livre (MBL) ao dizer que o “grito de ordem é de que Congresso e Supremo seriam ‘inimigos do Brasil’, dando a entender que o melhor seria fechá-los”.

Ainda em seu editorial, o Estadão tenta criar a narrativa de que o presidente Jair Bolsonaro de alguma forma recuou de participar dos protestos:

“Causou perplexidade o anúncio, feito dias atrás, de que o presidente Jair Bolsonaro compareceria às manifestações programadas para o próximo domingo.

[…]

Ontem, Jair Bolsonaro disse que não irá participar dos atos do dia 26 de maio. Segundo assessores, o recuo teria a intenção de demonstrar “respeito pelo cargo e por suas responsabilidades.”

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse na segunda-feira (20) que Bolsonaro tomou conhecimento das manifestações e estava analisando uma possível participação.

Não conseguimos encontrar nenhuma nota oficial do Palácio do Planalto confirmando a participação do chefe do Executivo em qualquer ato de rua. Portanto, a narrativa de que Bolsonaro recuou é falsa, visto que uma pessoa não pode “desistir” de algo que com o qual não tenha se comprometido anteriormente.

Após a leitura do texto, podemos compreender que o Estadão não está muito satisfeito com os protestos do dia 26 de maio. O jornal finaliza seu texto relativizando a liberdade de expressão:

“Que todas as palavras, e muito especialmente as da Constituição, sejam devidamente valorizadas e respeitadas. Não há liberdade onde vige a ameaça. Liberdade de expressão é para se expressar, não para acossar.”

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