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Estratégia de Salvini reduz morte de migrantes no mar Mediterrâneo

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Estratégia de Salvini reduz morte de migrantes no mar Mediterrâneo

As mortes de migrantes no mar Mediterrâneo caíram para os níveis mais baixos dos últimos anos, segundo informações da Organização Internacional para as Migrações (OIM) publicadas no último sábado (25).

De acordo com a OIM, 515 migrantes morreram ou desapareceram nos primeiros cinco meses de 2019, em comparação com 664 no mesmo período de 2018; 1.738 em 2017; 2.557 em 2016; e 1.806 em 2015.

Dos que morreram em 2019, apenas 260 foram vítimas da “Rota do Mediterrâneo Central”, que tem a Itália como destino.

As chegadas de migrantes na Europa caíram correspondentemente, com a entrada de 24.687 ilegais nos primeiros cinco meses de 2019, em comparação com 43.765 em 2018; 76.501 em 2017; e 212.981 em 2016, no mesmo período.

O principal responsável pela redução no número de imigrantes ilegais invadindo a Europa é o vice-premiê da Itália, Matteo Salvini, que implementou uma política linha dura de combate ao tráfico humano no mar Mediterrâneo.

Apesar das críticas da velha imprensa e de ONGs, Salvini insistiu que manter os portos abertos para migrantes contribuía para o tráfico de seres humanos e encorajava os migrantes a empreenderem perigosas travessias marítimas.

Em janeiro, o jornal italiano La Verità informou que “o método Salvini funciona”, referindo-se à queda nas mortes de migrantes.

Em fevereiro, o chefe do maior centro de recepção de migrantes da Itália disse que as políticas que encorajam a migração em massa causaram muito mais danos do que benefícios à Itália e aos migrantes, segundo o Breitbart.

Francesco Magnano, diretor do Centro de Acolhimento de Requerentes de Asilo (CARA), da cidade de Mineo, disse que os ativistas de esquerda, “bons amigos”, tiveram responsabilidade pelas milhares de mortes no Mediterrâneo.

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