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Estratégia errada leva Alckmin à reta final enfraquecido

A facada foi em Jair Bolsonaro (PSL), mas Geraldo Alckmin (PSDB) é quem sentiu o golpe.

Depois do atentado ao capitão, em 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG), a campanha tucana decidiu continuar atacando o adversário hospitalizado, e acabou piorando a situação de Geraldo Alckmin.

O candidato do PSDB chega às vésperas da eleição sem mudar de patamar de intenção de voto, com uma candidatura politicamente encolhida após sucessivos abandonos de aliados e pouca perspectiva de sobreviver ao primeiro turno.

Ainda que não tivesse subido nas pesquisas, a campanha acreditava que a dura ofensiva contra Jair Bolsonaro faria as intenções de voto no militar despencar.

A aposta era que Fernando Haddad, depois de finalmente oficializado candidato do PT, encostaria no candidato do PSL, levando a uma recuperação do voto antipetista pelo PSDB.

Faltando 3 dias para o primeiro turno, é possível concluir, com base nas últimas pesquisas, que a estratégia falhou miseravelmente.

Nas últimas semanas estamos vendo aliados políticos sua coligação declarando apoio a Bolsonaro e, inclusive, membros do próprio PSDB abandonando o barco tucano.

Um dos fundadores do partido, Xico Graziano esperou a última semana da eleição para anunciar sua desfiliação e declarar voto em Bolsonaro.

Ex-chefe de gabinete e aliado de Fernando Henrique Cardoso, Graziano alegou decepção com o pragmatismo de Alckmin ao se aliar ao centrão.

Adaptado da fonte Folha

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