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Estudo para desestatização da Ferroeste é apresentado

Estudo para desestatização da Ferroeste é apresentado
Foto: Jaelson Lucas/ANPr
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Estudo diz que Ferroeste tem capacidade de captar cargas de países vizinhos.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, apresentou, nesta terça-feira (18), os estudos de viabilidade técnico-econômica que visam a desestatização da Estrada de Ferro Paraná Oeste, mais conhecida como Ferroeste.

Com 1.370 quilômetros de extensão, a ferrovia liga Guarapuava a Cascavel, cidades do Paraná.

A expectativa é de uma extensão da ferrovia até a cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Segundo o Ministério da Infraestrutura, são esperados R$ 8 bilhões em investimentos

O ministro apontou como “principal desafio” para o empreendimento ferroviário dar celeridade ao processo que culminará com o leilão da ferrovia.

Ele chamou atenção para alguns cuidados que devem ser levados em conta para o sucesso do leilão, em especial para que não se caia “na armadilha de termos uma demanda superestimada, o que poderia comprometer o projeto”.

Saiba mais detalhes:

  • Os estudos foram financiados pelo Banco Mundial a pedido do governo do Paraná
  • A ferrovia conseguirá captar carga de países vizinhos, como Paraguai e Argentina para escoamento no porto de Paranaguá (PR). 
  • A ferrovia tem uma capacidade de volume exportação/ano de 26 mil toneladas a partir do 1º ano de concessão do ativo e influenciará a economia de 427 cidades diretamente. 
  • A expectativa é que  a ferrovia ajude a reduzir a média do custo logístico de 28%, o equivalente a US$ 13 por tonelada. 
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