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EUA começam a agir contra o setor petrolífero da Venezuela

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem nesta segunda-feira (21) que limita a capacidade da ditadura da Venezuela de vender bens públicos, afetando principalmente contas venezuelanas relacionadas ao setor de petróleo.

Casa Branca tomou esta decisão após as fraudulentas eleições presidenciais deste domingo (20), nas quais o ditador Nicolás Maduro foi reeleito com 6,1 milhões de votos, embora registrando uma das participações mais baixas em décadas.

A ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump proíbe a qualquer cidadão, instituição ou empresa americana adquirir dívida venezuelana ou ativos e propriedades pertencentes à ditadura da Venezuela nos Estados Unidos, incluindo aqueles investimentos derivados da estatal Petróleos da Venezuela S.A.

De acordo com informações da UOL:

O objetivo é aumentar a pressão sobre o regime de Maduro, que também teve limitada sua capacidade de obter liquidez, incluindo as contas a cobrar, do governo venezuelano como da PDVSA e do Banco Central Venezuelano.

No entanto, as sanções não atacam diretamente as transações petrolíferas da Venezuela, razão pela qual os EUA não colocam impedimentos a que o petróleo venezuelano continue sendo comercializado no país.

“Qualquer conspiração formada para violar qualquer uma das proibições estabelecidas nesta ordem é proibida”, destacou o chefe de Estado norte-americano.

Segundo o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, a eleição na Venezuela foi “uma farsa, nem livre nem justa”.

E acrescentou:

Os Estados Unidos não ficarão à toa enquanto a Venezuela desmorona e o sofrimento de seu povo corajoso continua… o regime Maduro deve permitir a entrada de ajuda humanitária na Venezuela e deve permitir que seu povo seja ouvido.

O secretário de Estado, Mike Pompeo, ressaltou as palavras de Pence e confirmou que os Estados Unidos “tomará medidas econômicas e diplomáticas rápidas para apoiar a restauração” da democracia na Venezuela.

Pompeo declarou:

Os Estados Unidos condenam as eleições fraudulentas que aconteceram na Venezuela em 20 de maio. Até que o regime de Maduro restabeleça um caminho democrático na Venezuela através de eleições livres, justas e transparentes, o governo enfrentará o isolamento da comunidade internacional.

 

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