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EUA criticam falta de transparência da OMS sobre origem do coronavírus

OMS admite erro e eleva risco global do coronavirus
Imagem: Reprodução/Wikimedia Commons
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Trump acusa a China de ter ocultado a dimensão de seu surto inicial.

O governo dos Estados Unidos afirmou, nesta terça-feira (10), que os termos sob os quais uma equipe de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) deverá investigar as origens do novo coronavírus não foram negociados de forma transparente. 

A gestão norte-americana acusa a OMS de ser “sinocêntrica”, o que seu diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, negou várias vezes.   

Alguns dias atrás, durante assembleia ministerial da OMS, Garrett Grigsby, chefe de assuntos globais do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, declarou: 

“Os TOR (termos de referência) não foram negociados de forma transparente com todos os Estados-membros da OMS. Os TORs e a própria investigação parecem ser incoerentes com a autoridade concedida pelos Estados-membros.” 

 De acordo com uma contagem da agência Reuters, mais de 50,74 milhões de pessoas de todo o mundo já foram infectadas e 1,26 milhão morreram por causa do coronavírus. 

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