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EUA denunciam ‘atitude agressiva’ de China e Rússia no Ártico

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

O governo Donald Trump justificou a expansão no Ártico em razão da “atitude agressiva” da China e da Rússia nesta região rica em recursos naturais.

O chanceler dos EUA, Mike Pompeo, anunciou nesta segunda-feira (6) novos planos de seu país para o Ártico.

Em declarações feitas antes das negociações na Finlândia entre os oito países do Ártico, Pompeo advertiu que “a região se tornou um espaço de poder e competição global”.

O Secretário de Estado dos Estados Unidos acrescentou que “só porque o Ártico é um lugar selvagem não significa que deve se tornar um lugar sem lei”, informa a ISTOÉ.

Pompeo denunciou as tentativas da China, que tem status de observadora no Conselho do Ártico, de se apresentar como um país “quase ártico”:

“Há apenas ‘Estados do Ártico’ e ‘Estados não Árticos’. Não existe uma terceira categoria, e garantir o contrário não dá à China o direito a nada.”

Pompeo também condenou as reivindicações territoriais da Rússia sobre as novas rotas mais rápidas pela região devido ao degelo:

“Na rota do Mar do Norte, Moscou já demanda ilegalmente que outros países peçam permissão para passar, exige pilotos marítimos russos a bordo de barcos estrangeiros e ameaça usar a força militar para afundar quem não cumprir. Essas provocação fazem parte de um padrão de atitude agressiva russa no Ártico.”

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