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EUA e Reino Unido ampliam sanções contra junta no Mianmar

EUA e Reino Unido ampliam sanções contra junta no Mianmar
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"A junta militar de Mianmar continua a destruir a democracia”, diz o Reino Unido.

Os militares responsáveis pelo golpe de Estado em Mianmar — em 1º de fevereiro — foram alvo, nesta segunda-feira (17), de sanções dos governos dos Estados Unidos e do Reino Unido.

16 altos dirigentes, incluindo o chefe do Banco Central, sete ministros e o presidente da comissão eleitoral receberam punições por parte do Departamento de Tesouro dos EUA.

O governo norte-americano acusou os militares de apoiarem os ataques letais do regime contra os civis que protestam em favor da democracia.

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Forças Armadas de Mianmar

Já o governo britânico do premiê Boris Johnson ampliou as sanções que envolvem a Myanmar Gems Enterprise, a maior companhia de pedras preciosas do Mianmar — e uma das maiores fontes de renda do regime.

O ministro das Relações Exteriores, Dominic Raab, comentou:

“A junta militar de Mianmar continua a destruir a democracia e a atacar a população com brutal ferocidade. Nós trabalhamos com nossos aliados para atualizar o regime de sanções para que atinja o acesso aos recursos financeiros do país por parte da junta e favoreça um retorno à democracia.”

Até agora, mais de 600 pessoas — incluindo crianças e adolescentes — morreram durante os protestos pró-democracia em dezenas de cidades do país asiático.

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