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EUA prendem dois iranianos espionando instituições judaicas

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Dois iranianos que coletaram informações sobre opositores de Teerã e tiraram fotos secretas de instituições judaicas nos Estados Unidos foram acusados nesta segunda-feira (20) de espionar para o regime islâmico do Irã.

O Departamento de Justiça divulgou acusações contra o cidadão de dupla nacionalidade iraniana e norte-americana Mohammadi Doostdar e Majid Ghorbani, um iraniano residente na Califórnia, alegando que os dois trabalhavam juntos na vigilância das instituições judaicas e pretendiam penetrar no Mujahedin-e Khalq (o Mujahedin do Povo do Irã ou MEK), um grupo de dissidentes iranianos no exílio.

Os dois foram presos em 9 de agosto, mas as acusações não foram reveladas por um tribunal de Washington até esta segunda-feira (20).

Segundo o tribunal, Doostdar, de 38 anos, que mora no Irã, viajou para Chicago em julho de 2017, onde agentes o observaram tirando fotos do Centro Hillel e da Casa Rohr Chabad, ambos centros comunitários judaicos, perto da Universidade de Chicago.

A acusação não explicou por que ele tirou as fotos, mas informou que depois ele viajou para a Califórnia, onde conheceu Ghorbani, aparentemente pela primeira vez.

Dois meses depois, Ghorbani, de 59 anos, viajou para Nova York por um dia, onde assistiu a uma reunião da MEK e tirou fotos de pessoas presentes.

Doostdar e Ghorbani foram acusados de agir como agentes não registrados do regime iraniano e fornecer ao governo do Irã serviços que violam as sanções.

 

Adaptado da fonte AFP
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