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Ex-diretor da Petrobras abre o jogo sobre conta de propinas do PT

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Ex-diretor da Petrobras abre o jogo sobre conta de propinas do PT

Duque afirmou que o ex-tesoureiro do PT o procurou para tentar inserir a OAS nas obras, e que teria pedido ajuda.

O ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, afirmou que o Partido dos Trabalhadores (PT) tinha uma conta de propinas com a empresa OAS.

Em interrogatório na última quarta-feira (10), Duque corroborou relatos de executivos da empreiteira ao afirmar ter ficado com R$ 1,5 milhão que iria para o PT, em troca de não retardar a construção e o aluguel da Torre de Pituba, sede da Petrobras em Salvador.

Ele é um dos réus em ação penal referente à 56ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Sem Limites, que aponta fraudes e propinas de R$ 67,2 milhões na construção do edifício.

Segundo a Procuradoria, os desvios teriam abastecido campanhas petistas. O fundo de pensão Petros se comprometeu a realizar a obra, e a Petrobras a alugar o prédio por 30 anos, informa a revista Veja.

Duque afirmou que o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o procurou para tentar inserir a OAS nas obras, e que teria pedido ajuda.

“Quando essa discussão não caminhava bem, o Vaccari interferiu e disse para Leo (Pinheiro): ‘Leo, faz o contrato com ele e se for o caso desconta da conta que vocês têm com o PT’”, afirmou.

“Pelo que eu entendi eles tinham uma conta corrente, várias obras da OAS no Brasil inteiro, não só a Petrobras, entendi assim, e tinha um montante a ser pago para o partido, então o Vaccari pediu que o Leo fizesse o contrato e descontasse esse dinheiro desse montante à receber”, relatou ele, segundo o jornal Estado de Minas.

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