Ex-escrava sexual do EI encontra seu algoz na Alemanha

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Membro da minoria yazidi deixou a Europa no fim de março com sua mãe e seu irmão com destino ao norte do Iraque, onde diz viver torturada pelo medo.

A yazidi Ashwaq Haji assegura ter cruzado em fevereiro, em um supermercado da Alemanha, com o extremista que a manteve como escrava sexual no Iraque, para onde retornou e vive amedrontada.

O grupo Estado Islâmico (EI) sequestrou, assassinou e usou como escravas sexuais milhares de mulheres da minoria yazidi do Iraque quando se apoderou de um terço do país em 2014, sobretudo da pátria dos yazidis no Monte Sinjar (noroeste).

Ashwaq Haji foi raptada em 3 de agosto de 2014. Em 22 de outubro daquele ano, conseguiu fugir da casa de um extremista iraquiano chamado Abu Humam. Esse homem a comprou “por US$ 100”, contou ela à AFP durante uma visita ao santuário yazidi de Lalish, a 60 quilômetros da cidade de Mossul, no norte do Iraque.

Junto com ela, centenas de pessoas lembram de um dos massacres ocorridos contra essa minoria de língua curda e adepta de uma religião esotérica monoteísta.

 

Com informações do Estadão

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