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Executiva da Huawei acusa EUA de enganar Canadá

Prisão de filha do fundador da Huawei ameaça trégua entre EUA e China

O caso criou uma crise diplomática sem precedentes entre China e Canadá.

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Os advogados de Meng Wanzhou, executiva da empresa Huawei, voltaram a um tribunal do Canadá, nesta segunda-feira (28), para exigir sua libertação.

A defesa argumentou que os Estados Unidos enganaram o governo canadense sobre seus supostos crimes para garantir sua detenção em solo estrangeiro.

Meng, que é diretora financeira da gigante chinesa de telecomunicações, foi presa em dezembro de 2018 durante uma escala em Vancouver, a pedido do governo Donald Trump, que a acusa de contornar as sanções norte-americanas contra o regime islâmico do Irã.

De acordo com os advogados da executiva chinesa, as bases das acusações dos EUA são falsas e carecem de contexto, o que, segundo eles, justificaria o abandono do processo de extradição.

A defesa de Meng apontou “imprecisões” e supostas “omissões” quando o Canadá foi solicitado a prender a chinesa no final de 2018, destaca a agência France-Presse.

O caso aumentou a tensão nas relações entre a China e os EUA e criou uma crise diplomática sem precedentes entre Ottawa e Pequim.

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