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Exército Brasileiro fiscaliza venezuelanos em rotas clandestinas

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Exército Brasileiro fiscaliza venezuelanos em rotas clandestinas

Em barreira, militares do Brasil revistam bagagens e abordam pessoas que cruzam a fronteira com a Venezuela através de rotas clandestinas. A divisa entre os dois países está fechada desde 21 de fevereiro.

Um novo posto de fiscalização foi montado pelo Exército Brasileiro na BR-174, que liga o Brasil e a Venezuela, na última segunda-feira (4).

Na instalação, militares abordam pedestres e revistam bagagens de quem entra ou sai do Brasil por rotas clandestinas.

Impossibilitados de cruzar a fronteira, muitos venezuelanos usam trilhas alternativas para burlar o bloqueio imposto pela ditadura de Nicolás Maduro desde 21 de fevereiro.

Segundo o coronel do exército José Jacaúna, a medida visa reforçar a fiscalização entre os dois países e deve ser mantida até a reabertura da fronteira, o que não tem previsão para acontecer.

De acordo com o G1, o posto é semelhante a um outro que funciona na saída de Pacaraima e onde há revista de bagagens, carros e se exige a apresentação de documentos pessoais.

Em nota, o Exército Brasileiro explicou a operação:

“O posto de controle estabelecido nas proximidades do BV-8, na BR-174, tem por finalidade coibir os delitos transfronteiriços em faixa de fronteira.

Nesse sentido, o referido posto realiza o controle de entradas no país, por meio da revista de pessoas, bagagens e veículos.

Trata-se, portanto, de uma ação comum às ações de controle da fronteira, dentro de um contexto de normalidade.

O local foi escolhido para a instalação do posto por permitir o controle da entrada das pessoas no município de Pacaraima, haja vista que o posto estabelecido na Sefaz controla o movimento de Pacaraima para Boa Vista.

Os próprios militares que realizam patrulhamento e outras ações de segurança no município mobilizam esse posto.

Não há, portanto, mudança nas ações de acolhimento das pessoas que chegam à cidade.”

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