Exército mantém viva a memória dos heróis que tombaram na Itália

A preservação da memória dos vultos históricos e de seus feitos em prol do Brasil é uma das diretrizes do Exército.

Com esse objetivo, a instituição mantém viva a memória da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e de seus 465 militares que tombaram em solo italiano entre 1944 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial.

De acordo com informações do blog ForTe:

Nesse contexto específico, cabe ressaltar o papel desempenhado por estudiosos e pesquisadores da trajetória da FEB na Itália, a exemplo do ítalo-brasileiro Mario Pereira e do italiano Giovanni Sulla. O primeiro deles tem raízes diretas com os Pracinhas. Seu pai, o então Sargento Miguel Pereira, foi um dos 25.334 combatentes da Campanha na Itália. Ao término da guerra, casou-se com uma italiana, que deu à luz em 1959, na cidade de Pistóia.

Essa localidade abrigou um cemitério onde os Pracinhas que pereceram no conflito repousaram até o ano de 1960, quando seus despojos foram trasladados para o Monumento Nacional dos Mortos na Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. No lugar do antigo cemitério, foi criado o Monumento Votivo Militar Brasileiro, inaugurado em 7 de junho de 1966, cujo primeiro administrador foi o pai de Mario, que manteve os nomes dos Pracinhas gravados em lápides e em um extenso paredão, margeado por um belo espelho d´água.

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia