‘Existe alinhamento à Constituição permanentemente’, diz Aras

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“O espaço do PGR é da Constituição e da lei”, diz Aras.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou, nesta quinta-feira (5), que vai “tratar dentro do quadrado constitucional” as denúncias de fraudes no sistema eleitoral feitas pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em entrevista à emissora CNN Brasil, ao ser questionado sobre um eventual alinhamento ao chefe do Executivo, Aras declarou:

“Existe alinhamento à Constituição permanentemente. Ninguém nunca conseguiu fazer uma acusação que esteja dentro da Constituição. Crítica é quando você fundamenta uma opinião. Opinião sem fundamentação, especialmente sem ser constitucional e legal, não é crítica, é só opinião e o valor que se dá depende de cada um.”

O procurador-geral também foi indagado sobre os indícios de fraude nas eleições de 2018 apresentados por Bolsonaro com base em um inquérito da PF.

Aras, então, evitou emitir juízo de valor sobre as manifestações do presidente, e afirmou:

“É o tipo de resposta que vou ter que fazer no papel, vou ter que fazer isso nos autos.  O Ministério Público, o procurador, é importante todo mundo saber, não deve participar da retórica política. O discurso do Ministério Público é jurídico, lógico, formal, constitucional, a luz da Constituição brasileira. Enquanto um parlamentar, um chefe de Poder Executivo tem amplos poderes da retórica política, o espaço do PGR é da Constituição e da lei. É isso que tem que permear toda a atividade, a imparcialidade, tratar dentro do quadrado constitucional.”

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