Extrema esquerda reivindica ataque contra embaixada brasileira em Berlim

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Extrema esquerda reivindica ataque contra embaixada brasileira em Berlim
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

“Ataque a embaixada foi ato contra Bolsonaro”, diz texto do grupo que assumiu a autoria de ação contra representação brasileira em Berlim.

Um texto em alemão reivindicando a autoria do ataque de sexta-feira, dia 1º de fevereiro de 2019, à embaixada do Brasil em Berlim afirma que a ação foi um ato de solidariedade “à resistência feminista, transgênero e antifascista no Brasil”, ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e para marcar a data em que “o fascista Jair Bolsonaro” completou um mês no poder.

A publicação chama o presidente Jair Bolsonaro de “racista, homofóbico e misógino”, acusa seu ministério de ser um “gabinete dos horrores”, formado “pelo que o Brasil tem de mais reacionário: fascistas fanáticos religiosos evangélicos, ultraneoliberais, torturadores e latifundiários”.

O artigo, anônimo, foi publicado no portal alemão de.indymedia.org, plataforma filiada à rede internacional Indymedia.

O site é conhecido na Alemanha por veicular notícias, convocações para manifestações e artigos de grupos de esquerda e de extrema esquerda, registra o jornal DW.

Parte da fachada da embaixada do Brasil em Berlim amanheceu na sexta-feira coberta de tinta rosa e com janelas e portas de vidro quebradas.

Tinta preta também foi lançada contra uma das laterais do prédio. Os danos materiais podem chegar a 100 mil euros, conforme noticiou a RENOVA.

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