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FaceApp volta a gerar preocupação após viralizar em 2020

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
FaceApp volta a gerar preocupação após viralizar em 2020

“É preciso ter consciência que esses dados estão armazenados em servidores de terceiros”, diz analista.

A proposta do FaceApp é muito simples: o usuário tira uma selfie e recebe uma imagem de si mesmo com uma simulação de como seria caso tivesse outro gênero, envelhecido pelos anos, ou com um novo visual.

O aplicativo utiliza uma sistema de inteligência artificial para gerar as modificações, que costumam viralizar nas redes sociais com frequência. 

Desde a última semana, o FaceApp voltou a viralizar em diversas países, principalmente aqui no Brasil. A nova brincadeira aborda a transformação para uma versão feminina/masculina dos usuários que enviarem suas selfies.

O aplicativo é grátis para celulares Android e iPhone (iOS), e foi desenvolvido pela empresa Wireless Lab, da Rússia, que, desde então, deve ter acumulado um gigantesco banco de dados de imagens de cidadãos mundo afora.

O analista sênior de segurança da Kaspersky, Fabio Assolini, disse que o aplicativo sozinho não possui nenhum item malicioso. No entanto, o usuário deve ter bastante cuidado ao compartilhar sua imagem com terceiros:

“Temos que entender essas novas maneiras de autenticação como senhas, já que qualquer sistema de reconhecimento facial disponível a todos pode acabar sendo usado tanto para o bem quanto para o mal.”

Assolini ainda alertou¹ que a empresa dona do app pode vender essas fotos para empresas desse tipo:

“Além disso, é preciso ter consciência que esses dados estão armazenados em servidores de terceiros, e que também podem ser roubados por cibercriminosos e utilizados para a falsificação de identidades.”

Referências: [1]

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