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Facebook colocou a censura tecnológica em um novo patamar

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Se você elogiar a pessoa errada, posar para uma selfie com ela ou, pior ainda, aparecer em um vídeo com ela, também poderá ser banido.

Com a censura recente imposta pelo Facebook e Instagram contra figuras como Paul Joseph Watson, Alex Jones, Laura Loomer e muitas outras, por ser o que Mark Zuckerberg considera como pessoas “perigosas”, aqueles que não se alinham à agenda globalista estão se perguntando: quem é o próximo e onde?

Uma coisa que aprendemos nos últimos três anos de crescente censura nas redes sociais é que, quando um gigante da tecnologia toma uma atitude, os outros geralmente o seguem.

Basta olhar para o banimento em massa do jornal americano Infowars, ocorrido em setembro do ano passado. A pedido da CNN e de outros veículos da velha imprensa, uma empresa do Vale do Silício atrás da outra abandonou a controversa mídia independente de suas plataformas.

Primeiro a Apple, depois o Facebook, depois o Spotify, depois o YouTube, depois o Twitter – a maioria deles numa janela de 48 horas.

É um efeito dominó de censura tecnológica.

Lembre-se de que essas empresas são afetadas pela pressão constante de organizações de defesa da esquerda, da grande mídia e de seus próprios funcionários de extrema esquerda para censurar e colocar na lista negra a direita. Quando uma empresa se curva, essas forças têm a munição de que precisam para forçar outras empresas a se dobrarem também.

“A Apple fez alguma coisa! Por que não estamos fazendo algo também?”

Provavelmente foi assim que a conversa se desenrolou entre os funcionários do Facebook. Assim, o efeito dominó começou.

“Desta vez, o Facebook está elevando o nível de censura, com a introdução de um banimento de links politicamente motivado. Eles não apenas baniram a conta pessoal de Paul Joseph Watson e Alex Jones, mas também prometeram excluir links para Infowars que aparecem na plataforma e banir qualquer pessoa que tentar postá-los com muita frequência”, informa o jornalista Allum Bokhari, em matéria no Breitbart, do qual este texto é uma adaptação.

Esta é uma fórmula não apenas para proibir influenciadores políticos com alto engajamento, mas também mira aqueles que os seguem e compartilham seus conteúdos. É uma ferramenta para acabar com qualquer questionamento ao status quo.

A segunda coisa que o Facebook fez foi estabelecer um precedente público para segmentar indivíduos — não apenas por alegadas violações dos termos de serviço da parte deles, mas também com base em suas conexões com “pessoas proibidas”.

De acordo com o site Verge, um representante do Facebook explicou que um fator no banimento desta quinta-feira (2) foi o fato de os indivíduos banidos terem aparecido em vídeos ou elogiado pessoas como Gavin McInnes e Tommy Robinson, que foram banidos anteriormente pela plataforma.

Em outras palavras, o problema não é só postar links. Se você elogiar a pessoa errada, posar para uma selfie com ela ou, pior ainda, aparecer em um vídeo com ela, também poderá ser banido.

Isso é censura em uma nova escala, censura no estilo do Facebook. O slogan da plataforma já foi “conectar o mundo”. Agora, está usando seu conhecimento dessas conexões para censurar não apenas indivíduos, mas também jornais e iniciativas independentes.

A única questão é, outras empresas agora seguirão o exemplo?

As personalidades independentes do YouTube serão banidas por entrevistar a pessoa errada? Se você convidar Alex Jones no seu canal Periscope, também será banido?

Lembre-se, este é o Vale do Silício, de extrema esquerda, do qual estamos falando. Você pode praticamente ouvir os funcionários dessas empresas, repreendendo sua alta gerência:

“O Facebook tomou uma posição contra o discurso de ódio! Por que não tomamos também?”

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