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Falha do Intercept comprova manipulação das supostas mensagens

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Falha do Intercept comprova manipulação das supostas mensagens
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Intercept manipula os arquivos supostamente roubados de membros da Lava Jato. Isso ficou provado neste sábado (29).

Glenn Greenwald, editor e fundador do site Intercept, anunciou, na madrugada de sábado (29), na rede social Twitter, novos ataques contra o ex-juiz e atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em publicação no Twitter, uma mensagem supostamente enviada no dia 1º de novembro de 2018 é atribuída ao procurador Ângelo Goulart Villela, preso em 2017, denunciado sob acusação de receber dinheiro para repassar informações sigilosas a Joesley Batista, dono do frigorífico JBS.

Algum tempo depois, Greenwald deletou o tuíte original — confira a mensagem original arquivada — e o site Intercept corrigiu o nome do procurador para Ângelo Augusto Costa.

Na versão final da matéria, no entanto, o nome do procurador ficou apenas Ângelo. Confira abaixo.

Imagens comprovam manipulação das supostas mensagens vazadas por “fonte anônima”.

“Se o Intercept pode mexer num nome, ele pode violar também qualquer outra parte dos arquivos, acrescentando ou eliminando frases”, frisa O Antagonista.

Uma alteração deste porte deixa claro que a equipe do site alinhado à extrema esquerda manipula o material com o objetivo de atacar a Operação Lava Jato e o ex-juiz Moro.

“Foi um erro de edição apanhado pela checagem de fatos antes da publicação”, disse Greenwald após um internauta apontar que o nome do procurador havia sido alterado.

Confira o print da mensagem deletada pelo ativista Glenn Greenwald.

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