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Famílias de demitidos da Editora Abril protestam contra calote

Empresa ainda não pagou verbas rescisórias de 800 trabalhadores dispensados no início de agosto e incluiu dívida em pedido de recuperação judicial.

Familiares de trabalhadores dos cerca de 800 funcionários demitidos pela Editora Abril, no dia 8 de agosto, estão organizando uma manifestação na próxima sexta-feira (14), em frente à gráfica da empresa.

Não foi feito o pagamento das verbas rescisórias dos profissionais dispensados nem da multa por atraso nesse procedimento, além de não ter sido fornecida pela editora a documentação para liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

No ato de protesto, será entregue uma carta aberta à família Civita, proprietários da Abril e donos de uma fortuna estimada em R$ 10 bilhões.

Os trabalhadores e familiares também vão repudiar a manobra da Editora Abril, que um dia antes do prazo limite para pagar as rescisões ingressou com um pedido de recuperação judicial, aceito pelo Judiciário paulista.

A empresa fechou 11 revistas da editora, entre as quais, além de Claudia, Cosmopolitan, Elle, Mundo Estranho, Viagem e Turismo e Guia do Estudante.

Adaptado da fonte RBA

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