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Fascismo está se instalando no Brasil, diz Witzel

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Witzel governa o Rio de olho no Palácio do Planalto
Imagem: Paulo Carneiro/Agência O Dia
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“Não permitirei que esse presidente que ajudei a eleger se torne mais um ditador”, disse Witzel.

Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro, classificou, nesta terça-feira (26), a operação “Placebo” como um ato de perseguição política do presidente da República, Jair Bolsonaro, por meio da Polícia Federal (PF).

Em pronunciamento¹ no Palácio Laranjeiras, Witzel chamou o chefe do Executivo de fascista:

“Não abaixarei minha cabeça, não desistirei do Estado do Rio e continuarei trabalhando para uma democracia melhor, continuarei lutando contra esse fascismo que está se instalando no País, contra essa ditadura de perseguição.”

Witzel disse² ainda que Bolsonaro pretende ser um ditador.

“Não permitirei que esse presidente que ajudei a eleger se torne mais um ditador na América Latina.”

O governador também acusou³ a PF de engavetar inquéritos contrários ao presidente e agir com celeridade em casos que investigam adversários políticos dele:

“A PF deveria fazer o seu trabalho com a mesma celeridade que faz aqui no Rio porque o presidente acredita que estou perseguindo a família dele. E ele só tem essa alternativa de me perseguir politicamente.”

Na decisão em que autorizou a operação “Placebo”, da PF, o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), disse que Witzel “tinha o comando” da estrutura que deu suporte aos possíveis casos de fraudes no Rio.

Referências: [1][2][3]
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