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Febre hemorrágica: governo monitora 150 pessoas

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Febre hemorragica governo monitora 150 pessoas
Imagem: Wilson Dias/Agência Brasil
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Profissionais de saúde são o grupo de maior atenção, pois muitos tiveram contato com fluidos do paciente. 

Julio Croda, membro do Ministério da Saúde, afirmou, nesta terça-feira (21), que até agora 150 pessoas estão sendo acompanhadas por terem tido contato com o paciente que morreu em decorrência da febre hemorrágica brasileira, em São Paulo.

A maioria deles é composta por profissionais de saúde que tiveram contato com o paciente. O acompanhamento permanecerá até o dia 3 de fevereiro, 21 dias após o óbito. 

A família está no grupo de menor risco por já ter passado mais tempo sem sintomas. O acompanhamento está sendo feito diariamente, por telefone, e nenhuma das pessoas manifestou sinais da doença até agora.

A estratégia do Ministério da Saúde é visitar todos os lugares onde o paciente esteve para identificar relatos da presença de roedores.

O secretário Júlio Croda afirma que os riscos de contágio para a população são mínimos, informa o site Metrópoles

Não houve casos da doença registrados nos últimos 20 anos, o vírus não permanece vivo por muito tempo no ambiente e não é comum que apareça em roedores selvagens.

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