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Feminista enfrenta acusações de terrorismo na Arábia Saudita

Feminista enfrenta acusações de terrorismo na Arábia Saudita
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A jovem, de 31 anos, foi indicada em 2020 para o Prêmio Nobel da Paz.

A monarquia da Arábia Saudita transferiu o caso da feminista Loujain al-Hathloul para um tribunal que julga casos de terrorismo. 

A movimentação provoca temores de que a ativista pode permanecer na prisão por muito mais tempo, apesar da pressão internacional para libertá-la. 

Hathloul foi presa há mais de três anos, quando o reino passou a permitir que as mulheres dirigissem, algo que ela e outros ativistas detidos há muito defendiam.  

A feminista está sendo acusada de ajudar um país inimigo, mas também de falar com jornalistas e diplomatas estrangeiros e entrar em contato com dissidentes sauditas que viviam no exterior. 

A jovem de 31 anos, que foi indicada em 2020 para o Prêmio Nobel da Paz, encerrou no início deste mês uma greve de fome de duas semanas para protestar contra as condições da prisão. 

De acordo com sua família, na última vez que Hathloul foi vista, ela parecia sem forças, seu corpo tremia e a voz era fraca.  

Um porta-voz da Arábia Saudita não respondeu às tentativas de contato do jornal The Wall Street Journal

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Reinaldo
Reinaldo
1 mês atrás

Ela deve fazer as mesmas besteiras que as feministas do ocidente fazem.

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