Fernando Bezerra e filho receberam vantagem indevida, diz PGR interino

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PGR disse ao STF que documentos e provas obtidos pela PF permitem essa conclusão “além de qualquer dúvida razoável”.

Alcides Martins, procurador-geral da República interino, confirmou, nesta quarta-feira (25), ao Supremo Tribunal Federal (STF) que provas coletadas pela Polícia Federal (PF) complicam a situação do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e seu filho, o deputado federal Fernando Coelho Filho (DEM-PE).

O PGR interino afirmou que documentos e provas obtidos pela PF permitem concluir, “além de qualquer dúvida razoável”, que houve recebimento de vantagens indevidas pelos dois.

As vantagens estariam relacionadas às obras do canal do Sertão e da transposição do Rio São Francisco, ligadas ao Ministério da Integração Nacional, comandado por Fernando Bezerra no governo da petista Dilma Rousseff.

O senador e o filho negam as acusações. Em nota divulgada nesta quarta, os advogados afirmaram que a manifestação da PGR “não justifica a ilicitude da operação de busca e apreensão”.

Para Martins, as provas já coletadas pela PF constituem “lastro razoável” de que o senador solicitou, por meio de um operador, “vantagem indevida em razão da função pública de Ministro de Estado e Senador da República”, informa o site G1.

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