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Fernando Haddad vira réu por corrupção e lavagem de dinheiro

O candidato derrotado do PT na eleição presidencial de 2018, Fernando Haddad, acaba de virar réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A Justiça de São Paulo abriu ação penal contra o ex-prefeito Fernando Haddad (2013/2016) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, segundo informações do Estadão.

Segundo o Ministério Público do Estado, o petista teria solicitado, entre abril e maio de 2013, por meio do então tesoureiro do seu partido, João Vaccari Neto, a quantia de R$ 3 milhões da empreiteira UTC Engenharia para supostamente quitar dívidas de campanha com a gráfica de Francisco Carlos de Souza, o ‘Chicão Gordo’, ex-deputado estadual do PT.

A Promotoria sustenta que, entre maio e junho daquele ano, a empreiteira efetivamente repassou a soma de R$ 2,6 milhões a Haddad.

A decisão foi tomada pelo juiz Leonardo Valente Barreiros, da 5.ª Vara Criminal da Capital, que acolheu parcialmente denúncia do Ministério Público do Estado.

O magistrado rejeitou parte da acusação que imputava ao ex-prefeito de São Paulo o crime de quadrilha.

A denúncia foi apresentada à Justiça pelo promotor Marcelo Mendroni, que integra o grupo do Ministério Público de combate a delitos econômicos.

O Antagonista explicou mais sobre o esquema de corrupção no qual Fernando Haddad está metido em uma publicação meses atrás:

Segundo o MP, Haddad encerrou a campanha para a Prefeitura de São Paulo com uma dívida de R$ 3 milhões com gráficas.

Ele pediu ao tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que tentasse quitar o valor com ajuda de Ricardo Pessoa, da UTC. Pessoa concordou, na expectativa de obter contratos na gestão do petista.

Acerto feito, Vaccari indicou Francisco Carlos de Souza (Chicão), dono de várias gráficas com histórico de prestação de serviço para o PT, para conversar com Walmir Pinheiro Santana, diretor financeiro da UTC.

O valor foi renegociado para R$ 2,6 milhões e pago em cash e transferências bancárias para Chicão, segundo o MPSP.

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