FGV investigada após Cabral apontar envolvimento em atos ilícitos

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Cabral governou o Rio de 2007 a 2014, quando foram firmados 56 contratos com a FGV.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) é alvo de investigações por suspeitas de superfaturamento em contratos com o poder público, obtenção de lucro indevido e malversação da verba pública.

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou que a FGV era usada para dar cobertura legal a contratos estaduais que envolviam pagamentos de propina.

Durante este tempo, os órgãos estaduais teriam pago ao menos R$115 milhões, de acordo com o portal da transparência do Rio de Janeiro.

A fundação nega irregularidades e diz que um depoimento não deveria “servir de base para se desconstruir uma história que se confunde com a própria evolução do Brasil”.

O Ministério Público do Rio já investiga a FGV em ao menos 5 processos. A instituição também já foi alvo da operação Lava Jato, informa o Poder360.

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