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Financiamento da Ferrogrão na mira de ativistas

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Ministro questionou as reais intenções do ativistas anti-Ferrogrão.

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Um grupo com cerca de 40 entidades tenta barrar os mecanismos de financiamento da Ferrogrão.

A ferrovia de quase 1 mil km ligará Sinop, no Mato Grosso, a Miritituba, no interior do Pará.

As entidades pretendem enviar uma carta aberta a bancos internacionais afirmando que o projeto estimula a grilagem e conflitos fundiários e aumenta pressão para diminuir unidades de conservação, segundo o jornal O Globo.

O grupo também acusa o governo de não procurar rotas alternativas à ferrovia, que tem o traçado paralelo à BR-163

Em mensagem na rede social Twitter, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, questionou as reais intenções destes ativistas:

“O Brasil é o único país no mundo em que é preciso se esforçar pra explicar que uma ferrovia é sustentável. A alternativa à Ferrogrão é a duplicação da BR-163/PA, por onde sobem hoje 2.000 caminhões por dia. Quem será que está motivando isso?”

Tarcísio completou:

“Lembrando que a Ferrogrão usa a faixa de domínio da BR-163 na maior parte de seu traçado, área já degradada e que será recuperada. Ferrovia funciona como muro verde contra especulação fundiária na região e tira 1 mi de ton. de CO2 do céu da Amazônia substituindo o modo rodoviário.”

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