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Fiuza conecta Amoêdo como o ‘novo liberalismo’ da China

Amoêdo não apoiaria Bolsonaro
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Amoedo disse que quem não se vacinar deve ser proibido de conviver em sociedade.

O posicionamento tirânico de João Amoêdo, cofundador do Partido Novo, acerca da vacinação obrigatória contra o coronavírus gerou inúmeras reações nas redes sociais.

Em mensagem no Twitter, Amoêdo disse que a “vida em sociedade pressupõe liberdade com responsabilidade”, e acrescentou:

“Quem decide não tomar vacinas, que evitam doenças contagiosas, não deveria poder frequentar espaços públicos, ruas, hospitais e escolas. E sim, permanecer isolado até que todos os demais sejam vacinados.”

Através da mesma rede social, o jornalista Guilherme Fiuza classificou o posicionamento de Amoêdo como parte do “novo liberalismo chinês”:

“João Amoedo, o Novo, diz que quem não se vacinar deve ser proibido de conviver em sociedade. Onde está o atestado científico da necessidade de vacinar TODA a população e não os vulneráveis? E o atestado de segurança e eficácia da vacina? O novo liberalismo chinês não liga pra isso.”

Fiuza completou:

“Você não pode iniciar essa semana sem responder a seguinte pergunta: vale a pena viver comandado por criaturas pusilânimes que te prendem dizendo te salvar? Que misturam estatísticas para te apavorar, te subjugar e te impor falsas proteções? Enfim: vale a pena viver como um rato?”

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