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Folha segue sem apresentar provas sobre suposto “escândalo do WhatsApp”

Folha segue sem apresentar provas sobre suposto "escândalo do WhatsApp"
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Dois meses após a publicação da matéria sobre o “escândalo do WhatsApp”, o jornal segue sem apresentar uma única evidência indicando que Jair Bolsonaro se beneficiou de um suposto esquema de propaganda eleitoral irregular.


Nos primeiros parágrafos de sua controversa matéria na “Folha de S. Paulo“, a jornalista Patrícia Campos Mello escreveu:

Empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno. 

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

A Folha apurou que cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan. Os contratos são para disparos de centenas de milhões de mensagens.

Na matéria, que foi publicada no dia 18 de outubro, faltando 10 dias para o segundo turno da eleição presidencial, a jornalista afirmou que empresários apoiadores de Jair Bolsonaro investiram milhões de reais para impulsionamento de mensagens no WhatsApp.

Patrícia alertou:

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

Hoje, 18 de dezembro, dois meses após a publicação, o tradicional jornal de viés esquerdista segue sem apresentar um único documento comprovando que o presidente eleito se beneficiou do suposto esquema de propaganda eleitoral irregular no WhatsApp.

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